
A juventude hoje (14 -30 anos) que vive numa verdadeira salada de “pensamentos”, vindos de toda parte do mundo, às vezes de fontes não aconselháveis, já não consegue formar conceitos duradouros e produtivos; é claro porém que para toda regra há exceção, não se pode generalizar.
A pergunta é: como andam os valores espirituais, os chamados valores religiosos das gerações atuais? Em meio a essa celeuma de pensares diferentes, em meio a essa salada de valores variados, o que o cidadão em formação pensa sobre Deus? Que lugar em sua vida ele dá ao Deus da Bíblia? Quanto do seu tempo, ou de seus planos para o futuro, incluem uma legítima preocupação espiritual?
O assunto em questão pode até parecer sem relevância, mas é preocupante ver como o pensamento do início do século XXI abandona a idéia de um Deus soberano e presente; até se fala muito de religião, de espiritualidade, mas na maioria das vezes, de forma poética apenas, romântica e superficial, sem nenhum peso (valor) ao se tomar decisões.
Pensemos sobre o que diz a Bíblia, em Oséias 4:6 “O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento” O conhecimento a que se refere o profeta é sobre conhecer a pessoa e a vontade de Deus.
Para pensar: porque é tão fácil conseguir que as pessoas compareçam em uma festa, e tão difícil que alguém vá até uma igreja para aprender um pouco sobre Deus?
Deus te abençoe leitor, que você entenda que é preciso aprofundar-se nas coisas de Deus.
Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas.
2 Coríntios 4:18
alunos: nayara thais, daiane rocha, jane rose, dayane de jesus e willian nascimento
O texto tá bom, mas precisava colocar umas imagens.
ResponderExcluirProf. Zé Raimundo