




Este blog foi criado para apresentar ações educativas dos alunos da 8ªB, da Escola Municipal Ilay Garcia Ellery.


Quando falamos de degradação de valores éticos é muito comum associarmos essa idéia às mudanças de comportamento ocorridas nos últimos anos, quase todas relacionadas com a sexualidade e com certos "contratos sociais". A aceitação e/ou discussão em torno de certos temas como o homossexualismo, o divórcio, as relações extraconjugais, o aborto e a eutanásia, são alguns dos exemplos de mudança de comportamento frente a temas, antes considerados como tabus na maioria das culturas.No Brasil, se alguns desses temas são ainda indiscutíveis, como a eutanásia, por exemplo, vemos que outros como o aborto e o homossexualismo estão na ordem do dia como pauta, inclusive no Congresso Nacional. Serão essas degradações dos valores éticos? Cetamente que não. Muito embora tendências mais retrógradas pretendam nos fazer crer que a nossa conduta deva ser regida por contratos imutáveis e eternos, como dogmas religiosos. A história nos mostra o contrário e justamente revela a transitoriedade dos contratos sociais. Se estamos de acordo que a felicidade é o fim último de toda conduta humana, devemos buscar que os "contratos sociais" estejam a serviço da vida e não o contrário.
Nesse sentido, a "degradação dos valores éticos" está, na verdade, presente em todas as ações que impedem o homem de realizar seu projeto de uma vida feliz.
São, a meu ver, exemplos de degradação da conduta humana, a violência e a injustiça social que, no Brasil, se expressam pela negação do acesso à terra, trabalho, saúde e educação. Me parece, portanto, hipócrita sermos contra o aborto quando sabemos que, no Brasil, centenas de mulheres pobres morrem a cada ano em clínicas clandestinas ou em decorrência de métodos inadequados para impedir a gestação de um feto. Ainda mais hipócrita é dar a um embrião um estatuto moral que está acima do estatuto moral de um homossexual ou de um bandido a quem a sociedade prefere condenar à morte.
Grupo 05


Por exemplo:Respeite a moral de nossa cidade.
A moral também pode significar a conclusão ou o propósito de algum fato.
Por exemplo:Qual foi a moral da piada que ele contou?

A juventude hoje (14 -30 anos) que vive numa verdadeira salada de “pensamentos”, vindos de toda parte do mundo, às vezes de fontes não aconselháveis, já não consegue formar conceitos duradouros e produtivos; é claro porém que para toda regra há exceção, não se pode generalizar.
A pergunta é: como andam os valores espirituais, os chamados valores religiosos das gerações atuais? Em meio a essa celeuma de pensares diferentes, em meio a essa salada de valores variados, o que o cidadão em formação pensa sobre Deus? Que lugar em sua vida ele dá ao Deus da Bíblia? Quanto do seu tempo, ou de seus planos para o futuro, incluem uma legítima preocupação espiritual?
O assunto em questão pode até parecer sem relevância, mas é preocupante ver como o pensamento do início do século XXI abandona a idéia de um Deus soberano e presente; até se fala muito de religião, de espiritualidade, mas na maioria das vezes, de forma poética apenas, romântica e superficial, sem nenhum peso (valor) ao se tomar decisões.
Pensemos sobre o que diz a Bíblia, em Oséias 4:6 “O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento” O conhecimento a que se refere o profeta é sobre conhecer a pessoa e a vontade de Deus.
Para pensar: porque é tão fácil conseguir que as pessoas compareçam em uma festa, e tão difícil que alguém vá até uma igreja para aprender um pouco sobre Deus?
Deus te abençoe leitor, que você entenda que é preciso aprofundar-se nas coisas de Deus.
Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas.
2 Coríntios 4:18
alunos: nayara thais, daiane rocha, jane rose, dayane de jesus e willian nascimento

